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Prefeitura de Morrinhos manifesta solidariedade em razão de incidente ocorrido no hospital municipal

Gestão lamenta o ocorrido, reforça o compromisso com a transparência e oferece suporte psicológico e social aos envolvidos no caso que abalou o Hospital Municipal de Morrinhos

Na noite do último sábado, 18 de janeiro, um trágico episódio marcou o Hospital Municipal de Morrinhos. Luiz Carlos Dias, de 59 anos, paciente em tratamento na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sofreu um surto psicótico e fez uma técnica de enfermagem refém. Apesar dos esforços de negociação conduzidos pela equipe médica e pela Polícia Militar, o desfecho culminou no óbito do paciente.

A Prefeitura de Morrinhos emitiu nota oficial lamentando profundamente o ocorrido. De acordo com o documento, a situação apresentou grave risco à vida da profissional de saúde, o que levou à intervenção policial. “A Polícia Militar realizou um disparo após a vítima conseguir se desvencilhar do agressor, mas infelizmente o paciente veio a óbito”, informa o texto.

O prefeito de Morrinhos, Maycllyn Carreiro, destacou que episódios como esse, embora raros, podem ocorrer em ambientes de UTI devido à fragilidade dos pacientes. Ele classificou o caso como uma “tragédia excepcional” e assegurou que todas as medidas necessárias estão sendo tomadas.

A gestão municipal reforçou o compromisso com a transparência e informou que a UTI é administrada por uma empresa terceirizada, cujo contrato segue vigente até março de 2025. Além disso, foi oferecido acompanhamento psicológico e social à técnica de enfermagem, à família do paciente e aos demais envolvidos.

Veja nota na integra:

A Prefeitura de Morrinhos lamenta profundamente o ocorrido na noite do último sábado, 18 de janeiro, quando um paciente em surto psicótico fez uma enfermeira refém na UTI onde estava hospitalizado há três dias.

Em virtude da gravidade da situação e do iminente risco à vida da profissional, a Polícia Militar foi acionada para conduzir as negociações com o paciente. Diante da infrutífera negociação, a Polícia Militar realizou um disparo que ocasionou no óbito do paciente.

Informamos que a gestão da UTI onde o fato aconteceu é de responsabilidade de uma empresa terceirizada, com contrato vigente até março de 2025. A atual gestão reafirma seu compromisso com a transparência, mantém-se à disposição para esclarecer os fatos e lamenta profundamente a morte do
paciente.

Solidarizamo-nos com a família enlutada e asseguramos que será oferecido acompanhamento psicológico e social tanto aos familiares quanto à enfermeira e demais envolvidos na situação.

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