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Comurg não cuida nem de Goiânia

Enquanto moradores de Goiânia convivem com praças tomadas pelo mato, falhas recorrentes na coleta de lixo e uma crescente insatisfação com a limpeza urbana, o discurso do prefeito Sandro Mabel (UB) segue em rota de colisão com a realidade das ruas. No centro das queixas está a Comurg, alvo diário de reclamações da população, mas tratada pelo Paço como uma empresa “apta” até para prestar serviços a outros estados.

A contradição ficou ainda mais evidente com a discussão do novo contrato entre a Prefeitura e a companhia. Ao mesmo tempo em que a gestão admite ampliar serviços e custos, o cidadão enfrenta cobrança de taxa de lixo e vê a cidade degradada. A minuta do contrato prevê despesas que podem chegar a quase R$ 1 bilhão por ano, valor difícil de justificar diante da precariedade visível. Em Goiânia, o problema já deixou de ser contábil e virou político — e a paciência da população parece no limite.

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