
Mesmo a dois anos da eleição municipal, lideranças políticas já iniciam movimentações de olho na sucessão do prefeito Fernando Pellozo, que não poderá disputar um novo mandato
Embora as eleições municipais de 2028 ainda estejam distantes, os bastidores da política de Senador Canedo já registram as primeiras articulações para a sucessão do prefeito Fernando Pellozo (União Brasil). Impedido de disputar um terceiro mandato consecutivo, o atual chefe do Executivo deverá exercer papel decisivo na escolha de seu sucessor.
Pelo menos quatro nomes aparecem entre os possíveis protagonistas da próxima disputa: o secretário municipal de Inovação e Tecnologia, Lucas Rodovalho (União Brasil); a deputada estadual Cristina Pina (Solidariedade); a vice-prefeita Salma Bahia (União Brasil); e o senador Vanderlan Cardoso (PSD).
Entre eles, Lucas Rodovalho é apontado nos bastidores como um dos favoritos para receber o apoio de Fernando Pellozo. Integrante da equipe de governo e considerado um dos auxiliares de confiança do prefeito, ele ganhou espaço na administração municipal e é visto como um nome capaz de representar a continuidade do atual projeto político.
Outro nome lembrado é o da deputada estadual Cristina Pina, que mantém forte atuação política no município ao lado do deputado Júlio Pina. O grupo permanece como uma das principais forças de oposição ao governo municipal e deve participar ativamente da construção de uma candidatura competitiva para 2028.
A vice-prefeita Salma Bahia também é citada como possível candidata. No entanto, de acordo com a publicação, sua participação na disputa dependerá do cenário político e da relação com o grupo liderado por Fernando Pellozo, que poderá optar por outro nome para dar continuidade à gestão.
Já o senador Vanderlan Cardoso aparece como uma alternativa condicionada ao resultado das eleições deste ano. Caso não conquiste um novo mandato no Senado, a Prefeitura de Senador Canedo poderá voltar ao radar político do ex-prefeito do município, que governou a cidade entre 2005 e 2010 e mantém influência na região.
Apesar das movimentações iniciais, lideranças locais avaliam que a sucessão ainda dependerá do desempenho da atual administração e do cenário político que será desenhado após as eleições de 2026. Até lá, a expectativa é de que novas alianças sejam construídas e outros nomes passem a integrar as discussões sobre o futuro comando da segunda maior cidade da Região Metropolitana de Goiânia.






