
Movimento é visto como estratégico para manter a secretária de Educação alinhada à base do governador Ronaldo Caiado e do vice-governador Daniel Vilela
A secretária de Estado da Educação de Goiás, professora Fátima Gavioli, deve passar pelo União Brasil antes de bater o martelo sobre o partido pelo qual disputará as eleições de 2026. A movimentação tem caráter estratégico e provisório, e não significa, necessariamente, a definição do destino final da pré-candidatura da auxiliar do primeiro escalão do governo estadual.
Nos bastidores, aliados afirmam que a eventual filiação ao União Brasil, partido do governador Ronaldo Caiado, seria protocolar e serviria como uma “ponte política” até que o cenário eleitoral esteja mais consolidado. A expectativa é que Gavioli se desincompatibilize do cargo até o fim de março, prazo legal para quem pretende disputar uma das 17 vagas de Goiás na Câmara dos Deputados.
Atualmente, conforme relatam interlocutores próximos, a secretária não possui filiação partidária ativa. Essa condição tem acelerado as conversas para garantir que, no momento da saída do governo, ela esteja formalmente vinculada a uma legenda que integre a base aliada estadual.
O principal critério colocado à mesa não é apenas a sigla, mas o alinhamento político. A avaliação do grupo que acompanha Fátima Gavioli é de que a pré-candidatura precisa estar inserida em um projeto que dê sustentação ao governador Ronaldo Caiado e, sobretudo, ao vice-governador Daniel Vilela (MDB), apontado como protagonista do próximo ciclo eleitoral em Goiás.







