Mabel e suas taxas

A gestão do prefeito Sandro Mabel flerta com um desgaste desnecessário ao cogitar cobrar, junto com a taxa de iluminação pública, mais uma tarifa para bancar o videomonitoramento da cidade. Em tese, segurança é prioridade. Na prática, o contribuinte já está exausto de pagar e não enxergar retorno proporcional. A sensação nas ruas é de bolso furado e serviço raso.
O filme é repetido. A taxa do lixo, embutida nas contas de saneamento, virou o principal alvo de críticas. A limpeza urbana deixa a desejar. E aqui mora o paradoxo: há quem diga que está pior do que na gestão Rogério Cruz, que foi, para dizer o mínimo, um desastre administrativo. Quando o passado recente passa a ser usado como parâmetro de comparação favorável, o alerta precisa soar.




