Internacional

Quase sem acesso a fontes de proteína, venezuelanos compram carne estragada após apagão. 

A Associated Press noticiou ontem uma situação que só pode ser imaginada em filmes de terror ou apocalipse zumbi: seres humanos comendo carne podre.

Mas não era ficção, era a Venezuela de Nicolas Maduro, aliado do PT e do PSOL na luta pela transformação da América do Sul num lugar ainda mais miserável, embrutecido e sem esperança.
Maracaibo, cidade que já foi considerada um verdadeiro emirado venezuelano, tamanha a riqueza proporcionada pelas reservas de petróleo, viveu nestes dias um dos momentos mais tristes de sua história. Uma escassez de comida severa e as constantes quedas de energia que já duram nove meses e só têm piorado, obrigaram moradores locais a fazerem fila para comprar carne vendida a preços baixos, devido a não ser mais adequada para consumo humano.
Algumas pessoas ficaram imediatamente doentes após consumir o produto – única maneira que muitos venezuelanos encontram para consumir alguma proteína – mas ainda assim muitos se arriscavam, numa escolha macabra entre a fome e a intoxicação alimentar.
Um morador que comprava a carne já escurecida explicava que a mesma tem “um cheiro forte”, porém “é só enxaguar com um pouco de vinagre e limão”. Um açougueiro que conversou com a reportagem admitiu que mistura pedaços de carne podre com carne boa, para disfarçar o cheiro, enquanto espantava as moscas que voavam em torno de uma bandeja de carne moída acinzentada que estava à venda.
Apesar de possuir as maiores reservas de petróleo do mundo, o país vive uma crise sem fim produzida por mais uma aventura socialista e serviços básicos como água encanada e energia elétrica são considerados luxo pela maioria da população. Segundo o ditador socialista Nicolás Maduro, certamente copiando seus companheiros de psicopatia na ditadura cubana, a total falência e desintegração do país é culpa dos Estados Unidos, que travam uma “guerra econômica” contra a Venezuela.
Maracaibo, que possui ampla área portuária às margens de um lago, era um dos principais centros de produção de petróleo da Venezuela. Hoje a ponte sobre o Lago Maracaibo, outrora iluminada e brilhante, está semi-apagada, com luzes quebradas e as margens do lago poluídas. Com a decadência da PDVSA, estatal petrolífera do país, aparelhada e saqueada pelo governo bolivariano, empresas internacionais deixaram a cidade, centros comerciais e restaurantes foram abandonados e caíram em ruínas; e somente a fome e os apaniguados da ditadura bolivariana prosperam.
Aos pobres, diz o açougueiro, resignado, resta a comida estragada.
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