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*“É preciso incluir quem põe comida na mesa”, diz Daniel Vilela

O programa Agro é Social encerrou nesta sexta-feira (05/12) as ações de 2025 na Regional Rio das Antas, com R$ 5,5 milhões investidos nos produtores e jovens do campo. Em cerimônia realizada em Anápolis, o vice-governador Daniel Vilela afirmou que os resultados de Goiás em educação, segurança pública, regionalização da saúde e proteção social só se completam quando chegam à vida de todos os goianos: “nada disso faz sentido se as famílias não tiverem prosperidade, se não estiverem felizes, evoluindo na renda e na qualidade de vida”.

Dessa forma, o vice-governador detalhou que o Agro é Social foi concebido na gestão de Ronaldo Caiado como política de qualificação e inclusão produtiva, e não como simples transferência de renda. “Primeiro, a gente oferece o que há de melhor, que são os nossos extensionistas da Emater, para levar conhecimento, pesquisa, ciência e tecnologia, para que vocês estejam atualizados e aumentem a eficiência e a produtividade”, explicou. Em seguida, o recurso financeiro é liberado, condicionado à compra de equipamentos ligados ao aumento da produção.

Além do foco na estrutura produtiva, o desenho do programa busca fortalecer o comércio nos municípios. “Esse recurso também é condicionado para que as aquisições sejam aqui no Estado e, preferencialmente, no município de cada um de vocês, fortalecendo a economia local. É o maior programa de inclusão produtiva do Brasil. É muito mais do que simplesmente um cartão com recurso”, reforçou. Daniel fez questão de creditar a construção da política à primeira-dama, que está à frente das políticas sociais. “Dona Gracinha, meu reconhecimento à senhora por essa inteligente política pública que valoriza os produtores e impulsiona oportunidades para as famílias do campo”.

Eixo de desenvolvimento

Ao analisar o cenário do campo goiano, o secretário de Agricultura, Pedro Leonardo, ressaltou o lugar do Agro Social na estratégia do Estado. “Com relação às populações rurais, o Agro é Social tem sido o principal programa que tem colocado Goiás em destaque em ações voltadas à inclusão produtiva da agricultura familiar”, afirmou. Ele lembrou ainda que o desafio vai além do crescimento econômico. “Mais importante do que todo esse cenário de desenvolvimento é fazer com que o maior número de pessoas possa se ver incluído em todo esse processo econômico, social e de inclusão produtiva”.

Do ponto de vista da assistência técnica, o presidente da Emater, Rafael Gouveia, frisou o impacto direto na redução da desigualdade social. “Goiás é o estado que mais tirou pessoas da condição de pobreza. Aqui, nós temos o maior programa de inclusão produtiva do Brasil”, pontuou, ao relacionar a presença permanente dos extensionistas à mudança de patamar das propriedades atendidas.

Na percepção das gestões municipais, o efeito aparece na rotina das famílias atendidas. A prefeita de Leopoldo de Bulhões, Roberta Naves, falou sobre as perspectivas de renda aos participantes da ação. “Produtores rurais hoje vão receber mais do que um cartão do benefício, vão receber oportunidades: de empreender, de crescer, de cuidar melhor de sua família, e isso nos enche de orgulho. Esses programas têm que acontecer em todos os estados brasileiros”, avaliou.

Em Anápolis, a leitura converge para o mesmo sentido. O prefeito Márcio Corrêa relacionou o programa à dignidade proporcionada pelo trabalho e pelo empreendedorismo. “Como o provérbio diz, o trabalho dignifica o homem. O programa dá mais dignidade porque a liberdade econômica dá oportunidade. (O Agro é Social) nos permite ser instrumento para abençoar essas pessoas nas suas vocações, principalmente num estado como Goiás, que é um celeiro de empreendedores”, afirmou.

 

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