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PF bate à porta de Ciro

A operação da Polícia Federal contra o senador Ciro Nogueira caiu como uma bomba no núcleo do Centrão em Brasília. Aliados do ex-ministro de Jair Bolsonaro tratam a ofensiva como um movimento de forte impacto político, principalmente pelo fato de a investigação tramitar no Supremo Tribunal Federal e envolver suspeitas de fraudes financeiras ligadas ao Banco Master. O cumprimento de mandados em endereços ligados ao senador elevou a tensão entre lideranças do Progressistas.

Nos bastidores, a avaliação é de que o caso tem potencial para desgastar ainda mais a imagem de setores da direita tradicional que tentam reorganizar espaço para 2026. O bloqueio de quase R$ 19 milhões em bens e valores chamou atenção no meio político e financeiro, principalmente porque a investigação segue sob sigilo. A operação também atingiu empresas ligadas ao entorno do parlamentar, ampliando o alcance político da crise.

A reação da defesa, comandada pelo advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, buscou sinalizar que houve excesso nas medidas autorizadas pelo STF. O discurso de “investigação baseada em troca de mensagens de terceiros” foi interpretado em Brasília como uma tentativa de criar desde já uma narrativa de reação institucional contra a operação. Enquanto isso, partidos do Centrão acompanham o caso em silêncio, à espera dos próximos capítulos.

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