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Baldy pede unidade na base de Daniel Vilela e alerta para risco de repetir derrota ao Senado em 2022

Presidente do Progressistas defende redução do número de pré-candidatos e afirma que a fragmentação dos votos favoreceu a oposição na última eleição para o Senado em Goiás

O presidente estadual do Progressistas, Alexandre Baldy, voltou a defender a unidade da base do governador Daniel Vilela (MDB) na disputa pelas duas vagas ao Senado Federal nas eleições deste ano. Em declaração nesta terça-feira (14), o dirigente afirmou que a experiência vivida pela base governista em 2022 demonstra a necessidade de uma reflexão sobre o número de candidaturas.

Baldy, que desistiu de disputar o Senado para apoiar a pré-candidatura da ex-primeira-dama Gracinha Caiado (União Brasil) e integrar a chapa como primeiro suplente, afirmou ter legitimidade para defender o afunilamento das candidaturas.

Segundo ele, a pulverização dos votos entre candidatos aliados foi determinante para o resultado da eleição passada.

Lembrança de 2022

Ao citar o pleito de 2022, Baldy lembrou que a base do então governador Ronaldo Caiado lançou mais de um candidato ao Senado. Na ocasião, ele próprio disputou a eleição ao lado de Delegado Waldir (União Brasil) e Vilmar Rocha (PSD).

Na avaliação do presidente do PP, a divisão acabou beneficiando a oposição. Somados, os candidatos ligados ao grupo governista obtiveram percentual superior ao do senador eleito Wilder Morais (PL), mas, individualmente, nenhum conseguiu alcançar a votação necessária para vencer a disputa.

Base reúne quatro pré-candidatos

Atualmente, a base governista conta com quatro pré-candidatos ao Senado:

  • Gracinha Caiado (União Brasil);
  • Gustavo Mendanha (PRD);
  • Vanderlan Cardoso (PSD);
  • Dr. Zacharias Calil (MDB).

Para Baldy, o grupo político precisa avaliar a viabilidade de manter todas as candidaturas até o fim da campanha.

Segundo ele, o projeto coletivo deve prevalecer sobre os interesses individuais para ampliar as chances de êxito da base governista nas eleições.

“Tenho legitimidade por ter vivido essa situação em 2022. Hoje temos duas vagas em disputa, mas também um número maior de pré-candidatos. É importante que todos façam essa reflexão para que os projetos pessoais não estejam acima do projeto político do grupo”, afirmou.

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