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Quanto mais rápido o combate ao Covid 19, menor o impacto na economia”, afirma Lincoln Tejota

 

O vice-governador Lincoln Tejota acredita que Goiás está no caminho certo no combate à disseminação do novo coronavírus, o que inclui a manutenção das medidas de isolamento social estabelecidas em decreto estadual. O governador Ronaldo Caiado declarou que tais ações devem perdurar até o dia 4 de abril, quando haverá uma nova avaliação sobre quando e quais atividades poderão ser retomadas, de forma gradual, a fim de que a saúde da população seja preservada. O governador não descarta a possibilidade de prorrogação de fechamento de escolas e comércios não essenciais.
Para Lincoln Tejota, o momento exige medidas duras e firmes, que também são importantes para minimizar o impacto à economia. “Se fizermos o enfrentamento mais rápido e incisivo agora, o estrago será menor. Se combatermos a doença com agilidade, a economia sofrerá por menos tempo e por menos tempo teremos que viver essa situação extrema. Mas, se a população não seguir o que está sendo recomendado pelo governador, que é médico, pela Secretaria da Saúde e pelo Ministério da Saúde, o vírus vai continuar se espalhando e as medidas de distanciamento precisarão durar mais tempo”, explicou.
Ainda sobre a questão econômica, Lincoln Tejota disse que sabe que todos estão se sacrificando, “mas que o Governo de Goiás trabalha para reduzir os danos e auxiliar as pessoas nesse momento difícil, como com as linhas de crédito da Goiás Fomento, do Fundo de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) e a não interrupção no fornecimento de água pela Saneago em razão de inadimplência, além de buscar soluções junto aos outros estados e ao governo federal. Mas não há como ignorar o perigo da epidemia à vida das pessoas. “É uma irresponsabilidade pensar e agir dessa forma, quando vemos países do mundo todo adotando providências semelhantes às que temos tomado no nosso estado para evitar o colapso do sistema de saúde e a perda de vidas”, frisou o vice-governador.
O isolamento social é recomendado por profissionais de saúde, cientistas e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para evitar a disseminação rápida da Covid-19, o que poderia gerar uma grande necessidade por leitos hospitalares, sem que houvesse capacidade para atender todos os doentes.

Conter o risco – “Estamos assistindo, diariamente, as graves consequências do coronavírus em todo o mundo. Países menos populosos e até mais ricos do que o nosso, como a Itália, e agora também o Reino Unido, estão enfrentando dificuldades enormes no tratamento de pessoas. Há relatos de que os médicos e enfermeiros precisam escolher qual paciente salvar. Temos tomado providências severas visando proteger a saúde dos mais de sete milhões de goianos, prioridade máxima nesse momento, para que não precisemos chegar a esse ponto”, salientou.
Segundo o vice-governador, a pandemia exige racionalidade. “É preciso pensar que nenhum Estado ou país gostaria de agir assim, de determinar que as pessoas fiquem em suas casas, de interromper suas rotinas ou causar danos à economia. A arrecadação do estado também é afetada e não apenas o setor privado. Se isso está sendo feito, é porque é necessário. Embora estejamos pensando na saúde nesse momento, os meios para atenuar o cenário fiscal continuam em nosso radar. O governo estadual trabalha para conciliar esses dois campos da vida dos cidadãos que precisam ser atendidos e não vamos descansar para garantirmos seus direitos, como determina a Constituição Federal”, concluiu o vice-governador.

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