
O Ministério Público de Goiás (MP-GO) e a Polícia Civil abriram investigação sobre um possível esquema de acordos extrajudiciais milionários na Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg). A corregedoria da Comurg identificou sete acordos feitos em tempo recorde, sem comprovação, e algumas gratificações suspeitas por desvio de função.
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Signaliza possível prática de “rachadinha” com valores repassados ao setor jurídico.
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O ex-chefe da assessoria jurídica, Márcio Porfírio, está sendo investigado por ter recebido R$ 105 mil; ao todo, há cerca de 32 servidores sob apuração.
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A investigação também envolveu a OAB e encaminhamento de documentos ao Tribunal de Contas.






