
O vereador Luan Alves (MDB) e outras seis pessoas foram alvo de mandados de busca e apreensão, nesta quarta-feira (10), em uma operação que investiga suposto pagamento de propina para a liberação de alvarás a empresas de entretenimento em Goiânia. Segundo a investigação, os pagamentos teriam ocorrido entre 2017 e 2022, causando um prejuízo de mais de R$ 400 mil.
Além dos sete alvos de mandados, outras cinco pessoas são investigadas por corrupção ativa, concussão e associação criminosa. Entre eles, segundo a Polícia Civil, há agentes públicos.
Em nova nota enviada por meio de sua assessoria na tarde de quarta-feira (10), o vereador, que também é ex-presidente da Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), disse que foi surpreendido com o mandado de busca e apreensão e que a investigação está em fase de apuração, inexistindo qualquer condenação ou reconhecimento de responsabilidade contra a sua pessoa.
“Como cidadão e agente público, sempre pautei minha atuação pela legalidade, pela transparência e pelo compromisso com o interesse público”, disse o vereador, em nota.
O parlamentar afirmou, ainda, que, durante o período em que exerceu funções na administração municipal, todas as suas decisões foram tomadas “dentro dos limites da legislação vigente e das atribuições inerentes” aos cargos por ele ocupados (leia a íntegra ao final da reportagem).
Como parte do período investigado se refere à gestão do ex-prefeito Rogério Cruz, procurou para se manifestar sobre a investigação. Em nota enviada por sua assessoria, Cruz informou que não é alvo da investigação e que não teve qualquer participação nos fatos apurados pela operação.







