O senador e pré-candidato a prefeito de Goiânia, Vanderlan Cardoso (PSD), bem que tentou, mas revelou não ter capital político e nem capacidade para agregar forças partidárias em seu projeto. As convenções já batem à porta – começam no próximo dia 20 – e sem uma aliança sólida e sem nenhuma tratativa que possa colocar um nome de peso em sua vice, o pessedista já assume que deve disputar a Prefeitura de Goiânia em uma chapa pura.
Sem capacidade de articulação, Vanderlan Cardoso não tem aliados de peso e muito menos nomes conhecidos para compor a sua chapa. À imprensa, o empresário de Senador Canedo jura que, sim, tem nomes para reforçar a sua candidatura e montar chapa de vereador consistentes, mas evita identificar qualquer um e promete para o “momento oportuno” a divulgação de seu vice.
Nesse cenário, o nome ventilado com mais força para ocupar o posto de vice é o de Sucena Hummel, presidente licenciada do Conselho Regional de Contabilidade de Goiás (CRC-GO). O nome não tem capital político e para o eleitor goianiense é um desconhecido, ou seja, não agrega votos ou apoios.
A situação reafirma a inabilidade de agregar apoios para sua candidatura, que se soma ao racha que o pré-candidato causou ao se lançar ao Paço. Ou seja, se fora da sigla ele não encontra apoios ou nomes para composição, dentro a situação não se faz muito diferente. Nomes de peso, como do presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego), Francisco Junior, que além de não embarcar na candidatura de Vanderlan, ainda faz parte da equipe de campanha do adversário Sandro Mabel (UB).
A candidatura de Vanderlan ainda é colocada em dúvida por adversários. Muitos creem que ele acabará por desistir da disputa, em razão da falta de capacidade de articulação para trazer apoiadores e partidos com peso eleitoral para seu projeto. Há quem acredite que ele já esteja aplicando todo seu esforço na campanha de sua esposa, Izaura Cardoso (PSD), que pretende disputar a prefeitura de Senador Canedo.







