
Recursos do partido foram distribuídos entre campanhas para deputado federal e estadual; Glaustin da Fokus recebeu o maior volume até agora
O Podemos já destinou R$ 9,1 milhões em recursos partidários para candidatos que disputam vagas de deputado federal e estadual por Goiás nas eleições de 2026.
Entre os candidatos à Câmara dos Deputados, os cinco que receberam os maiores repasses concentram cerca de R$ 5,4 milhões. O maior valor foi destinado ao presidente estadual do partido, Glaustin da Fokus, candidato à reeleição.
Glaustin recebeu R$ 2,1 milhões. Desse total, R$ 1,4 milhão veio do diretório nacional do Podemos e outros R$ 700 mil foram repassados pela direção estadual.
Na sequência aparecem João Campos, com R$ 592 mil; Samuel Santos, com R$ 592 mil; Igor Franco, com R$ 591 mil; e Josy Ferrari, com R$ 375 mil.
Outros 11 candidatos a deputado federal também receberam recursos do partido, dividindo o restante do montante destinado à chapa.
Recursos para a Assembleia
Os candidatos do Podemos que disputam vagas na Assembleia Legislativa de Goiás receberam, até o momento, R$ 3,6 milhões em recursos partidários.
Felipe Mabel aparece entre os principais beneficiados, com R$ 400 mil. Déborah Domingues recebeu R$ 350 mil, enquanto Elisa da Saúde e Professor Marcos Júnior tiveram R$ 300 mil cada.
Isaac Martins, Willian Panda e Cleonão do Povo receberam R$ 200 mil cada.
Os valores constam das prestações de contas eleitorais e podem sofrer alterações conforme novas informações sejam apresentadas à Justiça Eleitoral.
Henrique César ainda sem repasse partidário
O deputado estadual Henrique César, único parlamentar do Podemos atualmente na Assembleia Legislativa de Goiás, ainda não registra, até o momento, recursos recebidos do fundo partidário.
A campanha, no entanto, já conta com doações de pessoas físicas. Entre os maiores valores declarados estão R$ 110 mil de Eurípedes do Carmo, R$ 50 mil de Isaura Cardoso e R$ 35 mil de Oídes do Carmo.
A distribuição dos recursos do Podemos ocorre em um momento de forte disputa pelas cadeiras da Câmara dos Deputados e da Assembleia Legislativa, com as campanhas ampliando a estrutura na reta final antes do primeiro turno.






