
Levantamento divulgado nesta quinta-feira coloca a ex-primeira-dama na liderança da disputa por uma das vagas ao Senado, enquanto a segunda cadeira segue em aberto.
A ex-primeira-dama Gracinha Caiado (União Brasil) aparece na liderança da disputa pelo Senado em Goiás, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (30). O levantamento mostra Gracinha à frente dos demais pré-candidatos e indica um cenário de forte competitividade apenas na disputa pela segunda vaga.
Na pesquisa, Gracinha registra 20% das intenções de voto, desempenho que a coloca na primeira colocação. Em seguida aparecem o senador Vanderlan Cardoso (PSD), com 10%, e os deputados federais Dr. Zacharias Calil (MDB) e Gustavo Gayer (PL), ambos com 9%, configurando empate técnico dentro da margem de erro.
Mais atrás estão Gustavo Mendanha (PRD), com 6%, seguido por Aldo Arantes (PCdoB), Humberto Chaves (PSOL) e Professor Marcelo Moreira (PSOL), com 1% cada. Carlos Mundim (PDT), Iure Castro (Cidadania) e Ricardo Dias (PV) não pontuaram.
O levantamento também mostra que a eleição ainda possui amplo espaço para mudanças. 31% dos entrevistados disseram que ainda não sabem em quem votar para o Senado, enquanto 12% afirmaram que pretendem votar em branco ou anular o voto.
Base governista larga em vantagem
O desempenho de Gracinha reforça o momento vivido pela base governista nas pesquisas divulgadas pela Genial/Quaest. Além da liderança da ex-primeira-dama para o Senado, o levantamento também aponta o governador Daniel Vilela (MDB) na primeira colocação na disputa pelo Governo de Goiás e registra 64% de aprovação da atual gestão estadual.
Aliados avaliam que a liderança de Gracinha é resultado da projeção política construída durante os anos em que coordenou ações sociais do Governo de Goiás e da forte identificação do seu nome com a gestão do ex-governador Ronaldo Caiado, principal cabo eleitoral de sua candidatura.
A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 28 de julho, com 1.104 eleitores em Goiás. O levantamento possui 95% de nível de confiança e margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos.






